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"Momento Lindo"
Eu não poderia deixar de registrar aqui esse "momento lindo". Uma foto minutos antes do casamento de Juliano (filho de Dona Marinetti mais Seu Tobias) e Toinha, quero dizer Antonia (ex-futura grande atriz famosíssima de novela).

Na verdade, Flávia Zaranza e Rui Longo são os responsáveis por dar vida a esse romance, no espetáculo "A Máquina da Segurança", da Cia Teatron (braço de teatro institucional da Cia do Escândalo). Além deles dois, participam também do espetáculo o Meyson e a Alessandra. E, de vez em quando, eu, a Jú Penteado e o Ricardo Alves.
Eles não formam um casal lindo?
Escrito por Screamer às 08h56
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Sintomas
Hoje de manhã eu vinha pela Marginal Tietê, depois de ter passado pela Dutra, e olhava para um lado e para o outro. Confesso que estava realmente incomodado com as coisas: com o trânsito nervoso, com o nervosismo e a falta de gentileza e cidadania das pessoas (inclusive eu!), com o horizonte cinza de poluição, com a situação miserável das moradias ao longo do meu trajeto, com a impunidade e a corrupção que era alardeada na rádio CBN. Isso veio reforçar de uma maneira muito forte uma teoria (muito simples e até um "clichê" nos dias de hoje, mas que merece ser falada) que tenho já há um tempo: não mais volta! Não adianta alimentarmos aquela esperança de que as coisas vão melhorar, de que o país vai melhorar, de que um dia as pessoas vão ser educadas e prestativas e gentis, de que vai ter condição digna de alimentação e moradia e saúde pra todo mundo, de que o Tietê vai ser recuperado tal qual os rios europeus, de que o trânsito vai dimunir porque vão achar uma solução... Não tem volta mesmo. A vida tá um inferno e um inferno vai continuar. Vai continuar sufocante e poluída e violenta. Nas grandes cidades e rumando a passos largos ao interior do planeta (e não apenas do Brasil!). O que nos resta? Aprender a viver melhor e buscar (talvez individualmente) nos aproximarmos um pouco mais e com mais desprendimento material das pessoas que nos cercam. Isso tornará, quem sabe, a convivência um pouco mais suportável, uma vez que é realmente impossível ter esperança de qualquer mudança maior. O mundo tá mal, muito mal, está doente. E nós também estamos.
Mas vamos vivendo.
Escrito por Screamer às 09h03
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